Quando peguei meu histórico escolar do ensino fundamental a alguns anos, pensei: “Fudeu! Meu posivel primeiro emprego foi por água abaixo”.

Eu tinha boas notas em matérias que considero boas. Mas, em algumas… Poutz! Dexei a desejar…

O tão ansiado boletim se voltava contra mim e contra minha carreira profissional.

Ouvi muitas frases do tipo “Você teve sua oportunidade para estudar…”.

Eu já comentei que odeio Artes? Acho que sim. Não que eu não goste de artes; Música pra mim é arte. Mas aquela artes que temos na escola não se relaciona bem comigo. Caramba! Porque diabos precisamos praticar as teorias sobre os diversos conceitos básicos da arte moderna? A artes da escola me fez generalizar toda a história da arte “de verdade”.

Mas voltando ao assunto… O boletim. Ah o boletim… Meu eterno inimigo! O boletim é a arma usada por certos professores para dar o troco no aluno inresponsável, o tal professor esquece do principio da sua matéria e desconta nota com base na personalidade do aluno. Claro, que aluno que atrapalha a aula merece rua, ou melhor corredor. Mas, aluno que não entrega tema não atrapalha a aula.

O que aconteceu comigo ano passado, foi que, o professor de Química pediu um relatório sobre uma feira que aconteceu na escola sobre assuntos diversos. O rapaz faz um relatório de 10 linhas e tira nota 9. Eu por inresponsabilidade (ou não) não entreguei. Pronto! Foi o suficiente pra abaixar ligeiramente minha nota. Sempre fui fera em química, considero o professor gente boa; Mas essa foi sacanagem… Mesmo com notas boas em provas ele me deu 5 no boletim.

Saia da teoria e use o bom senso. Era o que eu queria ter dito… Mas não adiantava, ele não me escutaria…

Um possivel empregador ao ver 5 em química não pedirá explicações, é um 5 e pronto. Não interessa porquê.

O ensino pede socorro, e eu também.

O principal problema: Professores desqualificados. Há professores super inteligentes em sua respectiva matéria, mas por outro lado, não sabem lidar com a pressão da sala de aula.

O que sugiro é um programa de reciclagem de professores, mas não afastando os que não se encaixam nos quesitos da reciclagem, e sim instruindo-os para melhor agir na sala de aula.

E, também, um código de ética estabelicido entre eles. Tive um curso de parapsicologia recentemente – em breve post sobre tal – e o professor falou muito no código de ética que eles – professores de parapsicologia – têm. Professores do Brasil inteiro se reuniram e decidiram regras a serem siguidas à risca. Isto evita a generalização do grupo de professores, caso um deles faça, ou fale, algo errado.

E como você deve saber, não existe fiscalização, nem punição pra quem não respeita um código de ética de certa profissão.  Como já disse, use o bom senso.

Vive bem aquele com a conciência limpa.

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